Pessoal, achei esta matéria bem interessante!
É pena que 90% dos compositores da música popular não tenham noção do poder emocional que a música causa nos seus ouvintes!
Enjoy it!
http://online.wsj.com/article/SB10001424052970204795304577221104098597574.html?mod=WSJP_inicio_MiddleTop
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
A PRÁTICA SISTÊMICA FAMILIAR NA MUSICOTERAPIA
Sempre acreditei que o paciente que me procura com algum tipo de problema não é verdadeiramente culpado de ter aquele problema com ele. Ou seja, com a teoria sistêmica, aprendi que todo ser humano chama de “problema” aquilo que o incomoda, e que, na verdade, não está nele e sim, perto dele.
Por exemplo: uma pessoa que tem o espectro do autismo, não possui o autismo e sim, um problema que o acompanha, ou seja, o problema não é ele ser autista e sim, ter o autismo.
A partir do momento que comecei a ver meus pacientes desta maneira, minha forma de atender mudou completamente. Comecei a entender melhor a comunicação deles para comigo e percebi que o recíproco também foi verdadeiro.
Entendendo o ser humano como sendo uma simples partícula da sociedade globalizada, comecei a estudar mais a fundo a terapia sistêmica e também a familiar.
A Teoria da Terapia familiar está fundamentada no fato de que o homem não é um ser isolado, mas um membro ativo e reativo de grupos sociais. O indivíduo é um sistema, que por sua vez é um subsistema de um sistema maior que é a família, que por sua vez é um subsistema de um sistema maior que é a sociedade. Isso quer dizer que o homem não está sozinho, por mais que sinta assim, esporadicamente.
O indivíduo influencia o seu contexto, e é por ele influenciado, este indivíduo que faz parte de uma família, membro de um sistema social, ao qual deve se adaptar. Suas ações são governadas pelas ações do sistema, e estas características incluem os efeitos de suas próprias ações.
A família é um sistema aberto, em transformação, um conjunto de padrões aos quais os membros interagem, como também regulam o comportamento dos membros da família. Na verdade, quando alguma pessoa da família apresenta algum problema, este não é responsabilidade apenas desta pessoa. O que parece ser problema de uma única pessoa vem para avisar que toda a família está com dificuldade e é aí que o tratamento da musicoterapia fica maior, mais abrangente.
É incrível como nós terapeutas conseguimos entender mais facilmente as dificuldades e conquistas dos nossos pacientes com esta visão sistêmica. Além de conseguirmos traduzir aquilo que ele está tentando nos passar, através da troca, proporcionamos um melhor entendimento entre os membros da família em questão.
terça-feira, 12 de julho de 2011
O canto na musicoterapia
É curioso como todas as pessoas que querem cantar no coral que rejo, antes de falar qualquer coisa, dizem: “Olha, eu não tenho voz boa, mas gostaria muito de cantar”; ou até mesmo: “ Tem que fazer teste pra entrar? Porque se tiver, tenho certeza que você vai desistir da minha presença”...Assim como cita neste artigo, eu concordo em dizer que as pessoas estão completamente enganadas em relação ao perfil ou tipo de voz quando têm este tipo de atitude. Todos os que querem cantar têm voz, pois falam! A voz como prática artística, só precisa ser educada e como prática musicoterápica, só precisa ser apreciada, começando da própria pessoa que ousa procurar esta terapia.
Vale lembrar ainda que a voz é o único instrumento musical que todos têm dentro de si, portanto, basta um estímulo e ela aparecerá.
Nydia Monterito Musicoterapeuta e Presidente da (AMT- PI)Associação de Musicoterapia de Piauí destaca de modo sucinto que nesse sentido a musicoterapia pode contribuir com o desaparecimento de dificuldade emocionais, cognitivas (por exemplo memória, sequências, planejamentos, agilidade de raciocínio), controle e aumento da capacidade respiratória.
Leia Mais:
QUEM CANTA OS MALES ESPANTA? No Dia do Cantor, conheça o potencial terapêutico da Musicoterapia de Nydia Monteiro.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
A essência das sessões de musicoterapia á exemplo do Hospital Royal Children's
A atividade da musicoterapia vem de forma sutil contribuir com a vertente da medicina alternativa contemporânea. Dessa maneira, através de sessões visa contribuir para o tratamento de crianças com diversos tipos de diagnósticos. É o que constata as experiências desenvolvidas pelo RCH - Royal Children's Hospital da Austrália onde oferece para as crianças espaço para cantar, dançar e improvisar sobre uma série de instrumentos e auxiliados por um musicoterapeuta profissional. O hospital, especializado em atendimento infantil disponibiliza oportunidades para que as crianças expressem seus sentimentos e aumente a sua motivação, e com postura ética, trabalhar em estreita colaboração com os médicos, psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas para maximizar a dimensão global de cada criança.Hoje a musicoterapia utiliza suas ferramentas compostas de som, ritmo, melodia e harmonia a fim de promover a comunicação, relação, aprendizagem, mobilização, expressão, objetivos esses considerados terapêuticos relevantes, no sentido de alcançar necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas. Contudo, por meio de prevenção, reabilitação ou tratamento, a musicoterapia desenvolve potenciais e restabelece funções complementando a plenitude humana e a essência da qualidade de vida.
Fonte: RCH-Royal Children's Hospital
Fonte: www.rch.org.au
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Musicoterapia - Ciência e profissão - por Hilara Ballestero M. Crestana
Quem pensa que musicoterapia é simplesmente o uso da biomúsica para relaxar, está muito enganado!
Dentre as práticas vinculadas à medicina holística, pode-se destacar a musicoterapia, que tem suas raízes na sabedoria cujas origens se perderam no tempo. É uma terapia que vem sendo utilizada há séculos, entretanto, apenas nas últimas décadas, entendida como ciência e profissão. A musicoterapia pode se tornar uma opção interessante dentro do processo de restabelecimento da saúde humana, pois interfere de forma positiva nos mecanismos biológicos, possibilitando melhor qualidade de vida para aqueles que estão em situação de fragilidade ou sofrimento.
Musicoterapia é a utilização da música e/ou instrumentos musicais (som, ritmo, melodia e harmonia) pelo musicoterapeuta e pelo cliente ou grupo em um processo estruturado para facilitar e promover a comunicação, o relacionamento, a aprendizagem, a mobilização, a expressão e a organização (física, emocional, mental, social e cognitiva) para desenvolver potenciais ou recuperar funções do indivíduo de forma que ele possa alcançar uma melhor integração intra e interpessoal e, consequentemente, uma melhor qualidade de vida, pela prevenção, reabilitação ou tratamento.
No Brasil, o trabalho da Musicoterapia vem sendo desenvolvido especialmente em escolas especiais, clínicas e hospitais psiquiátricos, centros de reabilitação, hospitais clínicos, onde profissionais musicoterapeutas têm sido requisitados para terapia de apoio, auxiliando na recuperação e manutenção do indivíduo no seu sentido amplo.
Os campos de atuação são:
Os campos de atuação são:
• Saúde e educação
• Área de tratamento, recuperação e reabilitação (Pessoas portadoras de necessidades especiais ou síndromes)
• Área preventiva, estresse, gestantes, escolaridade, idosos (Pessoas saudáveis)
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